Suspeito confessa crime e diz que matou professor em Maceió por conta de dívida, afirma polícia
Investigação
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O ex-presidente Jair Bolsonaro sofreu um traumatismo cranioencefálico leve após cair e bater a cabeça em um móvel na Superintendência da Polícia Federal em Brasília, onde cumpre pena, segundo o médico Claudio Birolini. Michelle Bolsonaro informou que ele aguardava autorização do STF para ser levado ao hospital e realizar exames. Bolsonaro havia recebido alta recentemente após tratamento de hérnia e tem histórico de complicações médicas desde o atentado de 2018; sua defesa voltou a pedir prisão domiciliar por motivos de saúde, mas os pedidos seguem negados pelo STF.
O ministro Alexandre de Moraes determinou que a Polícia Federal informe, em até cinco dias, sobre o ruído constante do ar-condicionado na sala onde Jair Bolsonaro cumpre pena na sede da PF em Brasília, após a defesa alegar prejuízo ao descanso e à saúde do ex-presidente. Os advogados pedem medidas técnicas para corrigir o problema, enquanto Bolsonaro, condenado a 27 anos por tentativa de golpe, retornou ao local após receber alta médica.
Eduardo Bolsonaro e Nikolas Ferreira comemoraram nas redes sociais a suposta captura de Nicolás Maduro após o ataque dos EUA à Venezuela, compartilhando uma imagem de veracidade contestada e exaltando a ação americana, enquanto o presidente Lula condenou duramente a ofensiva por violar a soberania venezuelana e o direito internacional. Donald Trump afirmou ter acompanhado a operação “ao vivo”, descrevendo-a como bem-sucedida, sem baixas americanas, em meio a reações políticas polarizadas no Brasil e no cenário internacional.
Prisão preventiva
A Polícia Federal determinou o retorno imediato de Eduardo Bolsonaro ao cargo de escrivão no Rio de Janeiro, após a cassação de seu mandato de deputado por faltas injustificadas, exigindo sua reapresentação para regularização funcional sob risco de sanções administrativas. O ex-parlamentar está nos Estados Unidos há quase um ano e também se tornou réu no STF por obstrução da investigação da trama golpista, acusado de articular, no exterior, sanções contra ministros da Corte para pressionar o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro.
A defesa de Filipe Martins classificou como “vingança” a prisão preventiva do ex-assessor de Jair Bolsonaro, determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, alegando que ele cumpria todas as medidas cautelares e não descumpriu decisões judiciais. O advogado Jeffrey Chiquini negou irregularidades, não comentou o suposto acesso ao LinkedIn e afirmou que seguirá lutando por “justiça e liberdade”. Já o STF sustenta que houve violação das cautelares, motivo pelo qual Martins foi preso pela Polícia Federal, enquanto aguarda o esgotamento dos recursos da condenação por participação na tentativa de golpe de Estado em 2022.
O ex-assessor de Jair Bolsonaro, Filipe Martins, foi preso preventivamente nesta sexta-feira (2), em Ponta Grossa (PR), por decisão do ministro Alexandre de Moraes, após descumprir medidas da prisão domiciliar ao acessar uma rede social. Réu do “núcleo 2” da trama golpista, ele foi condenado pelo STF a 21 anos e 6 meses de prisão por cinco crimes ligados à tentativa de golpe após as eleições de 2022. Martins também já foi condenado por racismo e é apontado como integrante do chamado “gabinete do ódio”, além de ser acusado de colaborar na elaboração da chamada “minuta golpista”, o que nega.