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Política

Arthur Lira anuncia que disputará o Senado por Alagoas
Política •

Arthur Lira anuncia que disputará o Senado por Alagoas

O deputado Arthur Lira (PP-AL), ex-presidente da Câmara, anunciou sua pré-candidatura ao Senado por Alagoas e deve disputar a vaga com o senador Renan Calheiros (MDB), que criticou sua falta de atuação em favor do Estado. Lira afirmou que pretende defender os interesses dos municípios e atrair investimentos, destacando sua experiência na Câmara, marcada pela ampliação de repasses a cidades. Ele planeja lançar oficialmente a campanha em março de 2026, enquanto Renan articula o MDB local para impedir alianças com o adversário.

Bolsonaristas ainda resistem à candidatura de Flávio Bolsonaro: ‘Apenas sobrenome’
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Bolsonaristas ainda resistem à candidatura de Flávio Bolsonaro: ‘Apenas sobrenome’

Apesar de aceitarem a indicação de Jair Bolsonaro para que o filho Flávio Bolsonaro seja candidato à Presidência, aliados do ex-presidente demonstram resistência à escolha, alegando que ele carece de carisma e capilaridade eleitoral para herdar os votos do pai. Michelle Bolsonaro é apontada como uma das principais resistências internas e tem evitado manifestações públicas de apoio. Parte do grupo ainda defende o nome do governador Tarcísio de Freitas como alternativa, mas ele afirma que disputará a reeleição em São Paulo.

Vereadora de SP pede acesso integral a contrato milionário de Datena com a EBC
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Vereadora de SP pede acesso integral a contrato milionário de Datena com a EBC

A vereadora Amanda Vettorazzo (União Brasil) solicitou, via Lei de Acesso à Informação, a divulgação do contrato de José Luiz Datena com a EBC, que prevê remuneração anual de R$ 1,4 milhão para apresentar programas na Rádio Nacional e na TV Brasil. Ela questiona a legalidade e a economicidade da contratação, alegando possível afronta aos princípios da administração pública, já que a estatal é financiada com recursos do Tesouro. A contratação, aprovada pelo presidente da EBC após voto contrário da diretora de Conteúdo, foi defendida pela empresa como estratégia para ampliar a audiência e aproximar a comunicação pública da população.

Governo Lula é desaprovado por 49%; aprovação é de 45%
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Governo Lula é desaprovado por 49%; aprovação é de 45%

Pesquisa Genial/Quaest indica que o governo Lula é desaprovado por 49% dos brasileiros e aprovado por 45%, mostrando leve queda na aprovação em relação a janeiro. A rejeição é maior entre bolsonaristas (91%), eleitores de direita e independentes, enquanto a aprovação é quase unânime entre lulistas (96%) e mais forte no Nordeste e entre quem ganha até dois salários mínimos. No recorte geral de avaliação, 39% consideram o governo negativo, 33% positivo e 26% regular. Foram ouvidas 2.004 pessoas entre 5 e 9 de fevereiro, com margem de erro de dois pontos percentuais.

Vantagem de Lula sobre Flávio Bolsonaro diminui no 2º turno
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Vantagem de Lula sobre Flávio Bolsonaro diminui no 2º turno

Pesquisa Genial/Quaest mostra Lula liderando todos os cenários de primeiro turno para 2026, com intenções entre 35% e 38%, à frente de Flávio Bolsonaro, que varia de 29% a 31%. No segundo turno, Lula também vence todos os adversários testados, incluindo Flávio, Ratinho Jr., Caiado e Zema, com vantagem entre 5 e 19 pontos, embora tenha perdido dois pontos na disputa direta contra Flávio. O levantamento indica crescimento de Flávio entre eleitores independentes e queda de Lula nesse segmento. Foram realizadas 2.004 entrevistas entre 5 e 9 de fevereiro de 2026, com margem de erro de dois pontos percentuais.

Motta diz que pretende votar em maio a PEC da jornada 6×1
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Motta diz que pretende votar em maio a PEC da jornada 6×1

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que pretende votar em maio a PEC que acaba com a jornada de trabalho 6×1, após análise na CCJ e em comissão especial, destacando que o tema será debatido com responsabilidade e diálogo, inclusive com o governo Lula, por ter impacto econômico. Segundo Motta, há boa vontade tanto da base quanto da oposição para discutir a proposta, considerada uma “pauta da sociedade”, e a expectativa é que ela avance após o Carnaval, sem tramitação acelerada.

Aliados acreditam que Haddad pode aceitar disputa ao governo de SP se Lula pedir
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Aliados acreditam que Haddad pode aceitar disputa ao governo de SP se Lula pedir

Aliados de Fernando Haddad acreditam que, apesar da resistência, ele pode aceitar disputar o governo de São Paulo ou o Senado em 2026 por pressão direta do presidente Lula, já que seria difícil recusar um pedido do petista. Haddad prefere permanecer na coordenação da campanha de reeleição de Lula e evitar uma candidatura neste ano, mas o PT paulista defende seu nome para o Palácio dos Bandeirantes e cobra uma decisão rápida até março, prazo de desincompatibilização; caso ele desista, outros nomes como Simone Tebet, Marina Silva ou Márcio França entram no radar do partido.

Lula defende educação para o combate à violência contra mulher
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Lula defende educação para o combate à violência contra mulher

Em evento em Mauá (SP), Lula defendeu a educação como ferramenta central no combate à violência contra a mulher, cobrando o engajamento dos homens e a inclusão da igualdade de gênero em todo o currículo escolar. O presidente também anunciou investimentos em educação e saúde, como a criação de um Instituto Federal no município, uma nova policlínica, UBS, entrega de ambulâncias do Samu e outras ações do Novo PAC, reforçando que os recursos federais devem priorizar obras que beneficiem a população, independentemente de alinhamento político.

Presidente do PT diz que ‘gostem mais ou menos de Lula’, economia vai bem
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Presidente do PT diz que ‘gostem mais ou menos de Lula’, economia vai bem

Edinho Silva afirmou que o governo Lula tem sido competente para enfrentar uma crise econômica global comparável à de 1929, citando recordes da Bolsa e o menor desemprego da história como evidências, embora atribua retrocessos recentes ao cenário internacional. Ele também criticou a forte polarização política no país, comparando o Brasil a um “estádio de futebol”, e defendeu maturidade para construir consensos em pautas estratégicas, enquanto o PT ainda enfrenta desafios na articulação política e na definição de alianças eleitorais em estados-chave.