‘Blue Zone 2.0’: como Singapura virou laboratório global da longevidade
A busca pela longevidade evoluiu para uma indústria global de US$ 600 bilhões, com Singapura como referência ao priorizar o “health span” — anos vividos com saúde e vitalidade. Lá, práticas como o monitoramento de biomarcadores e terapias avançadas, exemplificadas por empreendedores como Tiat Lin, refletem um modelo baseado em ciência e inovação. Com expectativa de vida de 86 anos, o país é visto como uma “Blue Zone 2.0”, onde políticas públicas e biotecnologia impulsionam uma nova visão sobre envelhecimento e qualidade de vida.