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Polícia

Lula sanciona lei que fortalece o combate ao crime organizado
Política •

Lula sanciona lei que fortalece o combate ao crime organizado

O presidente Lula sancionou a Lei 15.245, que reforça o combate ao crime organizado ao modificar o Código Penal e a Lei das Organizações Criminosas. A nova norma cria penas mais severas para quem contrata integrantes de facções, obstrui ações policiais ou conspira contra elas, além de garantir proteção a agentes públicos e seus familiares. A medida foi publicada após a Operação Contenção, no Rio de Janeiro, que deixou mais de 120 mortos e levou à criação de um escritório emergencial para integrar ações federais e estaduais contra o crime.

Líder do Comando Vermelho, Marcinho VP pede ao STF para dar entrevista à Record
Polícia •

Líder do Comando Vermelho, Marcinho VP pede ao STF para dar entrevista à Record

O traficante Marcinho VP, líder do Comando Vermelho, pediu ao STF autorização para conceder uma entrevista ao jornalista Roberto Cabrini, da TV Record, após a Justiça Federal de Campo Grande negar o pedido. A defesa argumenta que a decisão representa censura prévia. A entrevista trataria da prisão de Marcinho, de sua relação com o filho, o cantor Oruam, e de temas pessoais. O caso foi distribuído ao ministro Flávio Dino.

Operação mira chefe do PCC, agiotas e influencers em São Paulo
Polícia •

Operação mira chefe do PCC, agiotas e influencers em São Paulo

O Ministério Público de São Paulo deflagrou nesta quinta-feira, 30, a Operação Off White, para combater um esquema de lavagem de dinheiro envolvendo empresários, influenciadores, traficantes e membros do PCC. A ação cumpre nove mandados de prisão e 11 de busca e apreensão, além do bloqueio de 12 imóveis de luxo e contas bancárias. As investigações continuam para identificar outros participantes e esquemas relacionados.

Lewandowski e Castro anunciam escritório emergencial de combate ao crime no RJ
Política •

Lewandowski e Castro anunciam escritório emergencial de combate ao crime no RJ

O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, e o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, anunciaram a criação de um escritório emergencial para integrar ações de combate ao crime organizado entre os governos federal e estadual, após a Operação Contenção nos complexos da Penha e do Alemão, que deixou 121 mortos, incluindo quatro agentes. O novo órgão, coordenado por Victor Santos e Mário Sarrubbo, funcionará como uma força-tarefa temporária para articular estratégias de segurança sem criar estruturas burocráticas permanentes.

Cláudio Castro chama operação mais letal do país de ‘sucesso’: ‘Se inocente morreu, foi irrisório’
Polícia •

Cláudio Castro chama operação mais letal do país de ‘sucesso’: ‘Se inocente morreu, foi irrisório’

O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), defendeu a operação policial nos complexos do Alemão e da Penha, que deixou ao menos 119 mortos, afirmando ter “total tranquilidade” quanto à ação, que, segundo ele, visava cumprir mandados após mais de um ano de investigação. Castro declarou que as verdadeiras vítimas foram os quatro policiais mortos e que os confrontos ocorreram em área de mata, classificando os demais mortos como criminosos, salvo possíveis “erros residuais”. Ele considerou a ofensiva, que mobilizou 2,5 mil agentes, um “sucesso” contra o crime organizado.

"Não era razoável", diz PF sobre planejamento da operação no Rio
Polícia •

"Não era razoável", diz PF sobre planejamento da operação no Rio

O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmou que a PF foi informada sobre a Operação Contenção, mas decidiu não participar por considerar que a ação “não era razoável” e fora de sua atribuição legal, já que a corporação atua em investigações, não em ações ostensivas. Segundo ele, a PF não foi comunicada oficialmente sobre a deflagração da operação, que resultou em mais de 130 mortos nos complexos do Alemão e da Penha. Rodrigues destacou que a PF continua atuando no Rio de Janeiro com foco em inteligência, investigação e combate financeiro ao crime organizado, conforme determinações do STF na ADPF das Favelas.

Lula ficou "estarrecido" com número de mortos no Rio, diz Lewandowski
Política •

Lula ficou "estarrecido" com número de mortos no Rio, diz Lewandowski

O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, afirmou que o presidente Lula ficou “estarrecido” com o número de mortos na Operação Contenção, no Rio de Janeiro, e se surpreendeu por a ação ter ocorrido sem comunicação ao governo federal. Após reunião com Lula, Lewandowski classificou a operação como “extremamente violenta” e questionou sua compatibilidade com o Estado Democrático de Direito. O governo federal enviará peritos e legistas para identificar os corpos e avaliará ampliar o apoio da Força Nacional e da PF. Sobre a GLO, o ministro disse que a medida só pode ser adotada com pedido formal do governador e defendeu o uso de inteligência e coordenação, e não apenas força bruta, no combate ao crime organizado.

Operação supera massacre do Carandiru em violações, diz deputada
Política •

Operação supera massacre do Carandiru em violações, diz deputada

A deputada Dani Monteiro, presidente da Comissão de Direitos Humanos da Alerj, comparou a Operação Contenção, que deixou 119 mortos nos complexos do Alemão e da Penha, ao massacre do Carandiru, classificando-a como a maior violação de direitos humanos desde a redemocratização. Ela criticou a falta de investigação prévia e de câmeras corporais, afirmando que não há provas de que todos os mortos eram criminosos. A parlamentar destacou que a ONU pediu esclarecimentos ao Brasil e denunciou o “uso excessivo da força” pelo Estado, enquanto o governador Cláudio Castro defende a ação como um “sucesso” contra o crime.

Entenda o que é GLO e por que ela pode ser usada após megaoperação no Rio contra o CV
Polícia •

Entenda o que é GLO e por que ela pode ser usada após megaoperação no Rio contra o CV

A megaoperação nos complexos do Alemão e da Penha, que deixou 119 mortos, reacendeu o embate entre o governador Cláudio Castro (PL) e o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, sobre o uso da Garantia da Lei e da Ordem (GLO). Castro acusou o governo federal de negar apoio e empréstimo de blindados, enquanto Lewandowski afirmou não ter recebido pedido formal e explicou que a GLO só pode ser decretada pelo presidente após o reconhecimento da incapacidade das forças estaduais. O mecanismo, usado em crises de segurança, transfere temporariamente o poder de polícia às Forças Armadas e já foi acionado 146 vezes desde 1992, sendo Lula o último a utilizá-lo em 2023.

Saiba quem são os quatro agentes mortos durante megaoperação no Rio
Polícia •

Saiba quem são os quatro agentes mortos durante megaoperação no Rio

Quatro policiais — dois do Bope e dois da Polícia Civil — estão entre os 64 mortos da megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão. O sargento Cleiton Serafim e o sargento Heber Fonseca foram homenageados pelo Bope, enquanto Marcus Vinícius Cardoso e Rodrigo Velloso Cabral receberam tributo da Polícia Civil. O governador Cláudio Castro declarou luto e anunciou promoções póstumas aos agentes. A operação, voltada contra líderes do Comando Vermelho, resultou em 81 prisões e é considerada uma das mais letais da história do Rio.

Entenda o ‘Muro do Bope’, tática que marcou operação mais letal do RJ
Polícia •

Entenda o ‘Muro do Bope’, tática que marcou operação mais letal do RJ

As polícias Civil e Militar do Rio explicaram que a megaoperação nos complexos do Alemão e da Penha, que deixou 119 mortos, foi planejada por 60 dias e usou a tática do “muro do Bope”, com tropas bloqueando a mata da Misericórdia — rota de fuga de criminosos — enquanto outras avançavam pelas favelas. Segundo as autoridades, a estratégia buscava afastar os confrontos das áreas habitadas, embora a alta letalidade fosse “previsível”. A ação resultou em 113 prisões e 118 armas apreendidas, sendo classificada pelo governo como um duro golpe ao Comando Vermelho.

‘Não fomos comunicados sobre o momento da megaoperação’, diz diretor da PF
Polícia •

‘Não fomos comunicados sobre o momento da megaoperação’, diz diretor da PF

O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmou que a PF não foi comunicada sobre o momento de deflagração da megaoperação que deixou ao menos 119 mortos nos complexos do Alemão e da Penha. Segundo ele, a corporação avaliou que não deveria participar por não atuar de forma ostensiva nas comunidades, mantendo apenas ações de inteligência. O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, disse que o governo federal não foi informado oficialmente e que uma operação desse porte deveria ter sido comunicada diretamente ao presidente Lula ou a autoridades de alto escalão.